Dra. Samira Duarte Neurologia em Coromandel - MG

CRM-MG 79121 | RQE 71976

Onde outros enxergam limites, a neurologia descobre novos caminhos.

Dra. Samira Duarte - Neurologia em Coromandel - MG. Especializada no tratamento e acompanhamento das cefaléias (dores de cabeça), acidente vascular encefálico (AVC, derrame), tremor, doença de Parkinson , entre outros.

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Dra. Samira Duarte

Dedico o tempo necessário para ouvir, compreender e avaliar cada paciente com atenção e cuidado, pois acredito que cada pessoa é única e merece um atendimento individualizado.

Dra. Samira Duarte

Especialidades

  • Graduação em Medicina em 2018 pela Universidade Federal do Amazonas;
  • Residência médica em Neurologia pelo Hospital Santa Isabel em Blumenau- SC;
  • Membro titular da ABN.


Com sólida experiência na área e atuação dedicada ao cuidado neurológico, é reconhecida pela excelência no atendimento humanizado e individualizado. Atua no diagnóstico e tratamento de diversas condições neurológicas, com foco em doenças como Doença de Parkinson, tremores, espasticidade e outros transtornos do sistema nervoso.


Sua prática médica é pautada na atualização científica constante e na utilização de abordagens terapêuticas modernas, oferecendo precisão diagnóstica, acompanhamento contínuo e estratégias personalizadas para proporcionar mais qualidade de vida, autonomia e bem-estar aos pacientes.


Membro da Academia Brasileira de Neurologia.

Atendimento em Neurologia Clínica

Atendimento especializado em Neurologia Clínica, com foco no diagnóstico preciso, tratamento individualizado e acompanhamento contínuo das principais doenças do sistema nervoso. O cuidado é baseado em atualização científica constante e nas melhores práticas da medicina neurológica.


Atendimento voltado para adolescentes e adultos acima de 14 anos, com abordagem focada na qualidade de vida, bem-estar e saúde cerebral.

TRATAMENTOS

Neurologia

Cefaléia (dor de cabeça)

Cefaleia é o termo médico para dor de cabeça. Existem diversos tipos, cada um com características e tratamentos específicos. Entender as diferenças ajuda a identificar o problema e buscar o tratamento mais adequado.

Enxaqueca (Migrânea): A enxaqueca é um tipo de cefaléia que causa dor de cabeça latejante e intensa, geralmente em um lado da cabeça. É acompanhada por outros sintomas como sensibilidade à luz (fotofobia) e ao som (fonofobia), náuseas e vômitos.

Cefaleia em Salvas: Considerada uma das dores mais intensas que uma pessoa pode sentir, a cefaleia em salvas se manifesta em ataques severos e unilaterais, geralmente ao redor do olho. Esses ataques vêm em "salvas" ou períodos, que podem durar semanas ou meses, seguidos por fases de remissão. Outros sintomas incluem lacrimejamento, vermelhidão no olho, inchaço da pálpebra e congestão nasal no lado afetado.

Cefaleia Tensional: É a forma mais comum de dor de cabeça, caracterizada por uma dor leve a moderada, constante, como uma pressão ou aperto em ambos os lados da cabeça ou na nuca. Geralmente não é pulsátil e não é agravada por atividades físicas. O estresse, a ansiedade e a fadiga são os principais gatilhos para a cefaleia tensional.

Cefaleias de Causas Secundárias: Diferente das cefaleias primárias (como as mencionadas acima), as cefaleias secundárias são sintomas de outra condição de saúde subjacente. Podem ser causadas por problemas como infecções (sinusite, meningite), traumatismos cranianos, AVC (Acidente Vascular Cerebral), tumores, pressão alta, problemas nos olhos, dentes ou ouvidos, entre outros. Nesses casos, o tratamento da dor de cabeça depende diretamente do tratamento da causa original.

Acidente Vascular Encefálico (AVC, Derrame)

O AVC (Acidente Vascular Cerebral), também conhecido como derrame cerebral, ocorre quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido, causando danos nas células cerebrais. No Brasil o AVC é a principal causa de morte no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ocorrem mais de 300 mortes por dia devido a essa condição. Além disso, o AVC é a principal causa de incapacidade a longo prazo, impactando significativamente a qualidade de vida dos sobreviventes e suas famílias.

Os Dois Tipos de AVC:

  • AVC Isquêmico: É o tipo mais comum (representa cerca de 85% dos casos). Ocorre quando uma artéria cerebral fica entupida por um coágulo de sangue ou por placas de gordura, bloqueando a passagem do sangue.
  • AVC Hemorrágico: É o tipo mais grave. Ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, provocando um sangramento dentro ou ao redor do tecido cerebral. Geralmente está ligado à pressão alta descontrolada ou ao rompimento de um aneurisma.

Tratamento e Tempo de Resposta:

No AVC, "tempo é cérebro". Quanto mais rápido o paciente chegar ao hospital (idealmente nas primeiras horas após o início dos sintomas), maiores são as chances de desobstruir a artéria através de medicamentos potentes ou cateterismo, revertendo os sintomas e evitando sequelas. Após a fase aguda, o acompanhamento com um neurologista e uma reabilitação precoce (com fisioterapia e fonoaudiologia) são essenciais para que o cérebro se recupere e o paciente reconquiste sua independência.

Tremor

O tremor é um movimento involuntário e ritmado que acontece em uma ou mais partes do corpo, sendo mais comum nas mãos, mas também podendo afetar os braços, a cabeça, as pernas e até a voz.

Principais Causas:

  • Fatores Emocionais e Estilo de Vida
  • Tremor Essencial
  • Efeito Colateral de Medicamentos
  • Condições Neurológicas
Doença de Parkinson

A doença de Parkinson é uma condição neurológica crônica que afeta principalmente os movimentos do corpo. Ela acontece devido à diminuição progressiva da produção de dopamina, um mensageiro químico do cérebro essencial para que possamos controlar nossos movimentos de forma fluida e automática.

Embora seja mais comum em pessoas acima dos 60 anos, ela também pode se manifestar em adultos mais jovens.

Sintomas Principais:

  • Tremor de Repouso
  • Rigidez Muscular
  • Lentidão nos Movimentos (Bradicinesia)
  • Instabilidade Postural

Importante saber:

Embora o Parkinson não tenha cura, o tratamento evoluiu muito. Hoje, existem medicamentos altamente eficazes, além de terapias de suporte (como fisioterapia e fonoaudiologia), que controlam os sintomas com excelência, devolvendo a qualidade de vida e a independência ao paciente. O diagnóstico precoce feito por um neurologista é a chave para o sucesso do tratamento.

Neuralgia do Trigêmeo

Doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma condição neurológica progressiva e a causa mais comum de demência em idosos. Ela acontece devido ao acúmulo de proteínas anômalas no cérebro, o que provoca a perda gradual e irreversível de neurônios.

Embora o sintoma mais famoso seja o esquecimento, a doença também afeta, com o tempo, o comportamento, a linguagem e a capacidade de realizar tarefas do dia a dia. É importante lembrar que o Alzheimer não faz parte do envelhecimento normal.

Tratamento e Qualidade de Vida:

Embora ainda não exista uma cura definitiva, os tratamentos atuais incluem medicamentos específicos que ajudam a retardar a progressão dos sintomas e a preservar as funções cognitivas pelo maior tempo possível. Além disso, estímulos cognitivos, atividade física e o suporte de uma equipe multidisciplinar são fundamentais. O diagnóstico precoce feito pelo neurologista é a chave para planejar os cuidados e garantir a melhor qualidade de vida ao paciente e sua família.

Transtornos do sono

Os transtornos do sono envolvem um conjunto de condições que afetam a qualidade, a duração ou o horário do sono, impedindo que a pessoa tenha o descanso necessário para o corpo e a mente funcionarem bem no dia seguinte. Dormir mal de forma frequente afeta a memória, a concentração, o humor e até a imunidade.

Exemplos Mais Comuns:

  • Insônia.
  • Apneia Obstrutiva do Sono
  • Síndrome das Pernas Inquietas
  • Parassonias.

Quando investigar?

Sentir sono excessivo durante o dia, acordar com a sensação de que o sono não rendeu nada, ter dores de cabeça matinais frequentes ou ouvir de um parceiro que você ronca muito ou para de respirar à noite são sinais de alerta. Um médico especialista em sono ou um neurologista pode identificar a causa exata e indicar tratamentos que mudam completamente a qualidade de vida.

Tontura

A tontura é uma queixa muito comum e, na verdade, não é uma doença em si, mas sim um sintoma de que algo no corpo precisa de atenção. Ela pode ser descrita de várias formas, pois o termo "tontura" engloba diferentes sensações de desequilíbrio e alteração da percepção espacial. Entender o tipo de tontura ajuda o médico a identificar a causa com muito mais facilidade.

Os Tipos Mais Comuns de Tontura:

  • Vertigem
  • Desequilíbrio
  • Pré-síncope (Sensação de Desmaio)

Quando buscar avaliação especializada?

Episódios isolados e rápidos de tontura podem acontecer por cansaço ou ansiedade. No entanto, se a tontura for frequente, prolongada, ou vier acompanhada de sintomas como perda de audição, zumbido no ouvido, visão dupla, dor de cabeça forte ou dificuldade para falar, é fundamental consultar um neurologista para investigar a causa e iniciar o tratamento adequado.

Epilepsia

O AVC (Acidente Vascular Cerebral), também conhecido como derrame cerebral, ocorre quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido, causando danos nas células cerebrais. No Brasil o AVC é a principal causa de morte no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ocorrem mais de 300 mortes por dia devido a essa condição. Além disso, o AVC é a principal causa de incapacidade a longo prazo, impactando significativamente a qualidade de vida dos sobreviventes e suas famílias.

Os Dois Tipos de AVC:

  • AVC Isquêmico: É o tipo mais comum (representa cerca de 85% dos casos). Ocorre quando uma artéria cerebral fica entupida por um coágulo de sangue ou por placas de gordura, bloqueando a passagem do sangue.
  • AVC Hemorrágico: É o tipo mais grave. Ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, provocando um sangramento dentro ou ao redor do tecido cerebral. Geralmente está ligado à pressão alta descontrolada ou ao rompimento de um aneurisma.

Tratamento e Tempo de Resposta:

No AVC, "tempo é cérebro". Quanto mais rápido o paciente chegar ao hospital (idealmente nas primeiras horas após o início dos sintomas), maiores são as chances de desobstruir a artéria através de medicamentos potentes ou cateterismo, revertendo os sintomas e evitando sequelas. Após a fase aguda, o acompanhamento com um neurologista e uma reabilitação precoce (com fisioterapia e fonoaudiologia) são essenciais para que o cérebro se recupere e o paciente reconquiste sua independência.

Dor crônica

A dor crônica é aquela que persiste ou se repete por um longo período — geralmente por mais de três meses. Diferente da dor aguda (que funciona como um alarme útil do corpo para avisar que houve uma lesão), a dor crônica deixa de ser um aviso e passa a ser a própria condição de saúde a ser tratada. Ela pode ser contínua ou intermitente, e frequentemente impacta o sono, o humor, a disposição e a qualidade de vida do paciente.

Como funciona o tratamento?

Tratar a dor crônica exige um olhar global e, muitas vezes, uma equipe multidisciplinar. O objetivo principal é devolver o bem-estar e a funcionalidade ao paciente. O tratamento pode incluir medicamentos específicos para modulação da dor, fisioterapia, atividade física direcionada, psicoterapia e o acompanhamento próximo de um neurologista ou médico especialista em dor.

Polineuropatia

A polineuropatia é uma condição em que vários nervos periféricos do corpo sofrem danos simultaneamente. Os nervos periféricos são como "cabos elétricos" que conectam o cérebro e a medula espinhal ao restante do organismo, sendo responsáveis por levar comandos de movimento e trazer sensações (como dor, toque e temperatura).

Causas Frequentes:

A polineuropatia pode ter diversas origens, sendo as principais:

  • Diabetes Mellitus: É a causa mais comum.
  • Deficiência ou excesso de Vitaminas
  • Consumo Excessivo de Álcool
  • Doenças Autoimunes e Inflamatórias

Diagnóstico e Tratamento:

Identificar a causa exata é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. O diagnóstico é feito pelo neurologista através do exame clínico e, frequentemente, de um exame chamado Eletroneuromiografia. O tratamento envolve controlar a doença de base (como o diabetes), repor vitaminas, e utilizar medicamentos específicos para aliviar a dor e recuperar a função dos nervos, devolvendo o conforto ao paciente.

Doenças Neuromusculares

As doenças neuromusculares englobam um grande grupo de condições que afetam o chamado sistema neuromuscular. Isso inclui os neurônios motores (células que controlam os movimentos), os nervos periféricos, os músculos ou a comunicação entre eles. Quando essa comunicação falha, os músculos do corpo deixam de receber os sinais corretos para funcionar, levando ao enfraquecimento muscular progressivo.

Sintomas de Alerta:

  • Fraqueza muscular persistente nas pernas, braços ou mãos.
  • Dificuldade frequente para andar, subir escadas ou levantar objetos leves.
  • Cãibras, espasmos ou perda visível de massa muscular (atrofia).
  • Dificuldade para engolir, falar ou pálpebras caídas (ptose).

A importância do diagnóstico:

Por se tratar de um grupo complexo de doenças, a avaliação detalhada de um neurologista é fundamental. Hoje, existem tratamentos avançados — que incluem medicações específicas, fisioterapia e terapias de suporte — focados em frear a evolução dos sintomas, preservar a força e garantir a máxima independência e qualidade de vida ao paciente.

Miopatias

O termo miopatia refere-se a um grupo de doenças que afetam diretamente os músculos voluntários do corpo (aqueles que controlamos conscientemente, como os dos braços e pernas). Diferente de outras condições onde o problema está nos nervos, nas miopatias a disfunção ou o desgaste acontece na própria estrutura do tecido muscular.

Sintomas Comuns:

  • Fraqueza Muscular
  • Dores e Cãibras
  • Atrofia Muscular
  • Dificuldades Motoras: Alterações no jeito de caminhar ou episódios frequentes de queda devido à fraqueza nas pernas.

Como é feito o diagnóstico e tratamento?

A investigação das miopatias envolve uma avaliação detalhada com o neurologista, exames de sangue específicos (como a dosagem da enzima CPK), eletroneuromiografia e, em alguns casos, biópsia muscular ou testes genéticos. Embora o tratamento dependa da causa exata, ele costuma focar no controle da progressão da doença, no alívio das dores e na reabilitação física (fisioterapia), sendo essencial para preservar a força e a independência do paciente.

Ataxia

A ataxia é um termo médico usado para descrever a perda de coordenação voluntária dos movimentos musculares. Ela acontece quando há um comprometimento nas áreas do sistema nervoso responsáveis por planejar e equilibrar nossos movimentos, sendo o cerebelo (uma região na parte de trás do cérebro) o principal afetado. A pessoa com ataxia sabe exatamente o movimento que deseja fazer, mas o corpo não consegue executar a ordem de forma precisa e fluida.

Como a Ataxia se Manifesta?

Os sintomas podem variar dependendo da causa, mas os mais comuns incluem:

  • Dificuldade de Equilíbrio
  • Falta de Coordenação nas Mãos
  • Alterações na Fala (Disartria)
  • Movimentos Involuntários dos Olhos

Diagnóstico e Reabilitação:

Por apresentar causas tão variadas, a investigação detalhada com um neurologista é indispensável e pode incluir exames de imagem (como a Ressonância Magnética do crânio) e testes genéticos. Embora o tratamento dependa diretamente da causa (podendo envolver medicações específicas para frear a evolução ou aliviar sintomas), o pilar fundamental para todos os pacientes é a reabilitação multidisciplinar, com fisioterapia intensiva, fonoaudiologia e terapia ocupacional, focadas em devolver a independência, a segurança e a qualidade de vida.

Coreia

A coreia é um sintoma neurológico caracterizado por movimentos involuntários, breves, rápidos e desordenados. Esses movimentos fluem de uma parte do corpo para a outra de forma imprevisível — afetando o rosto, as mãos, os braços ou as pernas — dando a falsa impressão de que a pessoa está dançando ou simplesmente inquieta. Eles acontecem devido a uma disfunção nos núcleos da base, que são estruturas profundas do cérebro responsáveis por refinar e controlar a suavidade dos nossos movimentos voluntários.

Diagnóstico e Controle:

A presença de movimentos involuntários novos ou que estão piorando exige uma avaliação detalhada com um neurologista. A investigação pode incluir exames de sangue, exames de imagem do cérebro (como Ressonância Magnética) ou testes genéticos. O tratamento varia completamente de acordo com a causa: pode envolver o uso de medicações modernas para bloquear e suavizar os movimentos, o ajuste de remédios atuais ou o tratamento da doença inflamatória/metabólica de base, devolvendo o controle e o conforto ao paciente.

Meningite

A meningite é um processo inflamatório que afeta as meninges, que são as membranas que envolvem e protegem o cérebro e a medula espinhal. Trata-se de uma condição séria que exige atenção médica imediata, pois a rapidez no diagnóstico e no início do tratamento faz toda a diferença na recuperação do paciente.Ela pode ser causada por diversos agentes, sendo os mais comuns os vírus e as bactérias.


Sintomas de Alerta (Clássicos):Os sintomas costumam surgir de forma repentina. Fique atento a esta combinação:• Rigidez na Nuca: Dificuldade ou dor forte ao tentar encostar o queixo no peito.• Febre Alta e Repentina.• Dor de Cabeça Muito Forte e persistente.• Sensibilidade à Luz (Fotofobia) e náuseas ou vômitos.• Em casos graves, podem surgir manchas vermelhas ou arroxeadas pela pele, confusão mental ou crises convulsivas.

Prevenção e Ação Rápida: A forma mais eficaz de se proteger contra os tipos mais graves de meningite bacteriana é através da vacinação, disponível no calendário básico de saúde para crianças, adolescentes e grupos específicos. Caso você ou alguém próximo apresente febre alta acompanhada de dor de cabeça intensa e rigidez na nuca, procure o pronto-socorro imediatamente para avaliação médica.

Esclerose Múltipla

A Esclerose Múltipla é uma doença neurológica, crônica e autoimune. Isso significa que, por motivos ainda não totalmente esclarecidos, as células de defesa do próprio corpo atacam por engano a mielina — uma capa protetora que envolve os nervos do cérebro e da medula espinhal.Quando essa capa é danificada (um processo chamado desmielinização), as mensagens que o cérebro envia para o resto do corpo começam a sofrer "interferências", gerando os sintomas. A doença afeta principalmente jovens adultos, especialmente mulheres, entre os 20 e 40 anos.

Sintomas Comuns:Os sintomas costumam aparecer em forma de surtos (crises que surgem de repente e melhoram após algumas semanas):• Alterações Visuais• Sensações Estranhas• Fraqueza e Fadiga• Desequilíbrio

Uma Nova Realidade no Tratamento: Antigamente, o diagnóstico de Esclerose Múltipla gerava muito medo. Hoje, o cenário mudou completamente: a medicina evoluiu muito e existem medicamentos modernos de alta eficácia que conseguem controlar a imunidade, reduzir drasticamente o número de surtos e evitar sequelas. Com o diagnóstico precoce feito por um neurologista, a maioria dos pacientes mantém uma rotina de vida normal, ativa e com excelente qualidade de vida.

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

A Esclerose Lateral Amiotrófica, amplamente conhecida como ELA, é uma doença neurológica progressiva que afeta os neurônios motores — as células nervosas do cérebro e da medula espinhal responsáveis por controlar os movimentos dos músculos voluntários (aqueles que movemos por nossa própria vontade, como os das pernas, braços e fala).

Na ELA, esses neurônios se desgastam gradualmente e deixam de enviar mensagens aos músculos, o que leva à fraqueza e à perda de massa muscular ao longo do tempo. É importante destacar que a doença não afeta os sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) e, na grande maioria dos casos, preserva a capacidade cognitiva e o raciocínio do paciente.

Doença de Huntington

A doença de Huntington é uma condição neurológica hereditária, ou seja, de origem genética, que causa a degeneração progressiva de células nervosas em regiões específicas do cérebro. Ela é caracterizada por uma combinação de sintomas que afetam gradualmente os movimentos, o comportamento e a capacidade cognitiva (como o raciocínio e a memória). Geralmente, os primeiros sinais começam a se manifestar entre os 30 e 50 anos de idade, embora possam variar.

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